A Pulga e o Homem
Uma pulga mordeu um homem, depois mordeu de novo, e mais outra vez, até que ele não aguentou mais. O homem procurou por ela até encontrá-la, segurou a pulga entre os dedos e disse, cheio de raiva:
— Quem é você, criatura miudinha, para me morder sempre que bem entende?
A pulga, apavorada, choramingou com a sua vozinha fraca:
— Ah, senhor, por favor, deixe-me ir. Eu sou uma coisinha tão pequena que não posso lhe fazer muito mal.
O homem deu uma risada e respondeu:
— Pois vou acabar com você agora mesmo. O que é ruim precisa ser detido, por menor que seja o mal que faça.
Moral da História



