Vida de Santo
Numa casa de crianças em Hamburgo, um pastor pendura no teto uma roda de velas para que a espera do Natal fique visível, um dia de cada vez.
Numa aldeia austríaca à beira do rio, um padre leva um poema guardado ao professor da escola e pede uma melodia para aquela mesma noite.
No ano de 1917, em um vilarejo pobre de Portugal, três crianças pastoras viram uma Senhora vestida de branco, mais brilhante que o sol. Ela trazia um pedido para o mundo inteiro. Assim começaram as aparições de Fátima.
No dia 13 de outubro de 1917, setenta mil pessoas se reuniram na Cova da Iria, debaixo de chuva, para ver se a promessa das três crianças era verdadeira. O que aconteceu no céu naquele dia ficou conhecido como o Milagre do Sol.
Depois do Milagre do Sol, o mundo inteiro quis saber o que Nossa Senhora tinha contado às três crianças. Aos poucos, o segredo de Fátima foi revelado: um aviso sério, uma história que tocou até um Papa e uma promessa de esperança.
A humilde Nhá Chica de Baependi nunca aprendeu a ler, mas aconselhava a todos que batiam à sua porta e construiu uma capela para Nossa Senhora.
Carlo era um menino como tantos outros: gostava de videogame, de futebol e de computador. Mas guardava no coração um amor muito grande por Jesus na Eucaristia. Esta é a história de como um menino comum viveu uma fé extraordinária.
Um adolescente criou um site que inspira milhões de pessoas e enfrentou uma doença grave com uma fé serena. Esta é a conclusão da história de Carlo Acutis, o primeiro santo da geração da internet.
Em Guaratinguetá nasceu um menino chamado Antônio, que se tornou frade, construiu um mosteiro e ajudou os doentes com pequenas pílulas de oração.
Maria Rita era uma menina de Salvador que não conseguia ver ninguém sofrer. Ela se tornou Irmã Dulce, a freira que abrigou setenta doentes num galinheiro e ficou conhecida como o Anjo Bom da Bahia.
Do velho galinheiro nasceu um hospital que atende milhares de pessoas. Irmã Dulce conheceu o Papa, recebeu prêmios do mundo inteiro e continuou simples até o fim. Esta é a história da freira baiana que se tornou Santa Dulce dos Pobres.
Um menino polonês viu Nossa Senhora segurando duas coroas e escolheu as duas. Ele se tornou o Padre Maximiliano Kolbe, que espalhou a devoção a Maria pelo mundo usando revistas e rádio, até os dias sombrios da guerra.
Em Auschwitz, o Padre Maximiliano Kolbe se ofereceu para morrer no lugar de um pai de família. Esta é a história do prisioneiro 16670, que respondeu ao ódio com o maior ato de amor.
Três pescadores lançaram as redes no rio Paraíba e não pescaram nada, até que das águas surgiu uma pequena imagem de Nossa Senhora.
No morro do Tepeyac, uma Senhora falou com Juan Diego na língua dele. Ele voltou para casa com rosas de dezembro guardadas no manto.
No sul da França há uma gruta com uma fonte que não para de correr. Todo dia 11 de fevereiro, o mundo inteiro se lembra dela.
No dia seguinte ao Natal, um rei sai pela neve com um pajem para levar comida a um homem pobre, e a trilha dos seus passos aquece o caminho.
Numa noite de Natal, numa aldeia italiana no alto de uma montanha, São Francisco quis ver com os próprios olhos como tinha sido Belém.
Na Bíblia inteira, só três anjos têm nome. Um protege, outro leva recados e o terceiro caminha ao lado de um menino na estrada.
Numa vila pobre da Itália, nasceu um menino que conversava com o anjo da guarda como quem conversa com um amigo. Esta é a primeira parte da vida de Padre Pio, o frade que recebeu as chagas de Cristo.
Depois de receber as chagas, Padre Pio passou a vida no confessionário, acolhendo gente do mundo inteiro. Nesta segunda parte, conheça os milagres, as provações e o caminho dele até os altares.
Bernadete era uma menina pobre e doente de Lourdes, na França. Um dia, perto de uma gruta, ela viu uma Senhora belíssima vestida de branco. Assim começou uma história de dezoito encontros, uma fonte que brotou da terra e um nome misterioso.
Depois das aparições, Bernadete quis apenas uma vida escondida com Deus. Tornou-se freira, sofreu com paciência e morreu jovem. Esta é a segunda parte da sua história, do convento de Nevers até a glória dos altares.
Em Siena, na Itália, uma menina de seis anos viu Jesus no céu e nunca mais foi a mesma. Esta é a primeira parte da vida de Santa Catarina, a jovem que serviu os doentes e se tornou Doutora da Igreja.
Uma jovem leiga escreveu cartas ao Papa e o convenceu a voltar para Roma. Nesta segunda parte, Catarina dita a sua obra-prima, trabalha pela paz na Igreja e entrega a vida aos 33 anos.
Numa aldeia da França, uma menina camponesa ouviu vozes do céu e recebeu uma missão que parecia impossível. Esta é a primeira parte da história de Joana d'Arc, a Donzela de Orléans.
Depois das vitórias, vieram os dias mais difíceis de Joana d'Arc: a captura, um julgamento injusto e o martírio. Mas a história dela não terminou na fogueira — terminou na glória dos altares.
Numa cidade à beira do mar da Sicília, uma menina cujo nome queria dizer luz repartiu tudo o que tinha e virou a santa das velas.
A história de Amábile, a menina que atravessou o mar, cuidou dos doentes numa casinha simples e se tornou a primeira santa do Brasil.
Na Itália de muito tempo atrás, uma menina chamada Rita sonhava em ser freira. A vida a levou por caminhos difíceis, mas ela nunca deixou de confiar em Deus — e, num inverno gelado, uma rosa floresceu para ela.
Uma menina sensível, que perdeu a mãe muito cedo e chorava por tudo, guardava no coração um amor imenso por Jesus. Descubra como Teresinha Martin se tornou a pequena flor que conquistou o coração de Deus.
Dentro do Carmelo, Teresinha descobriu o seu pequeno caminho para a santidade: não grandes feitos heroicos, mas pequenos atos de amor. Uma mensagem simples que acabaria mudando o mundo.
Jesus também teve avô e avó. A Bíblia não conta os nomes deles, mas o povo cristão guarda esta história com carinho há muito tempo.
Fernando nasceu num palácio em Lisboa, mas deixou tudo para servir a Deus. Virou o Frei Antônio, o frade que pregava tão bem que até os peixes vinham ouvi-lo. Esta é a primeira parte da história de Santo Antônio.
Em Pádua, Frei Antônio pregou, fez milagres e recebeu a visita do próprio Menino Jesus. Nesta segunda parte, conhecemos os últimos anos do santo mais querido de Portugal e do Brasil.
Em 1645, no Rio Grande do Norte, o Padre André de Soveral e seus companheiros permaneceram fiéis a Deus até o fim. A história dos primeiros mártires do Brasil.
Ainda muito jovem, Bento deixou Roma para buscar Deus no silêncio das montanhas. Viveu três anos numa caverna e se tornaria o pai dos monges do Ocidente. Esta é a primeira parte da história de São Bento de Núrsia.
No alto de uma montanha, Bento construiu o mosteiro de Monte Cassino e escreveu a Regra que ensinou o Ocidente a rezar e trabalhar. Nesta segunda parte, conhecemos os milagres, o encontro com Santa Escolástica e a morte santa de São Bento.
Uma gruta na montanha, os bichos que iam visitá-lo, um menino que voltou a respirar e duas velas acesas que atravessaram os séculos.
Felipe deixou a herança de um tio rico para seguir o chamado de Deus em Roma. Com humor, música e muita alegria, conquistou os jovens das ruas e ficou conhecido como o Apóstolo de Roma.
Deus operava maravilhas através de Felipe: êxtases na Missa, o dom de ler os corações, curas inesperadas. E ele, sempre humilde e brincalhão, fundou a Congregação do Oratório e morreu como viveu, em paz e com alegria.
Francisco cresceu rico em Assis e sonhava ser cavaleiro. Mas um encontro na estrada mudou sua vida para sempre, e o jovem das festas se tornou o pobrezinho que o mundo inteiro aprendeu a amar.
Francisco reconstrói igrejas com as próprias mãos e, sem planejar, vê nascer uma família de irmãos. Clara foge de casa para segui-lo, o Papa aprova a Ordem, e Francisco atravessa uma guerra para conversar com o Sultão.
Nos últimos anos de vida, doente e quase cego, Francisco recebeu no Monte Alverne as marcas de Jesus e compôs o mais belo cântico de louvor à criação. A despedida serena do pobrezinho de Assis.
Um lobo feroz rondava a cidade de Gubbio, e ninguém ousava sair das muralhas. Até o dia em que São Francisco resolveu ir sozinho ao encontro dele. Uma história antiga sobre paz, perdão e o poder do amor.
Um jovem rico de Roma trocou o palácio por um mosteiro e se tornou o papa que se chamava a si mesmo de servo dos servos de Deus.
Um velho sacerdote ficou sem voz dentro do Templo, e um menino nasceu para dar voz a uma notícia que o mundo inteiro esperava.
Um menino do campo sonhou com um pátio cheio de crianças e cresceu para abrir, em Turim, uma casa onde nenhum menino ficava de fora.
Na Polônia ocupada pela guerra, um menino que amava o teatro descobriu, no meio da dor, um chamado de Deus. Esta é a juventude de Karol Wojtyla, que um dia se tornaria o Papa João Paulo II.
O padre que levava os jovens para acampar nas montanhas se tornou o bispo mais jovem da Polônia, depois cardeal, e enfim, numa tarde de outubro de 1978, o primeiro Papa não italiano em mais de quatro séculos.
João Paulo II percorreu o mundo levando o Evangelho, sobreviveu a um atentado e perdoou o homem que atirou nele. Nesta última parte, acompanhamos o seu pontificado até o dia em que o povo pediu: santo já.
Um menino de uma família de lavradores cresceu, virou papa aos 76 anos e, numa noite de lua cheia, mandou um carinho para as crianças do mundo.
O cavaleiro, o cavalo branco e o dragão vêm de uma lenda antiga. Debaixo dela existe um homem de verdade, com uma coragem bem mais silenciosa.
A história do jovem missionário que ajudou a fundar São Paulo, aprendeu a língua tupi e escreveu um poema à Virgem Maria na areia da praia.
Um carpinteiro simples de Nazaré recebeu de Deus a maior missão já confiada a um homem: cuidar de Jesus e de Maria. Esta é a história de São José, o pai que protegeu o Salvador em silêncio.
Quando um exército temível marchou contra Roma, um papa sem armas foi ao seu encontro, levando apenas a fé e uma palavra de paz.
Numa noite muito fria, um jovem soldado cortou a própria capa ao meio para aquecer um mendigo. Naquela noite, ele descobriu em sonho quem era o mendigo. A história de São Martinho de Tours, o soldado que virou bispo.
De uma cidade à beira-mar até a sua casa, o nome de um bispo bondoso fez uma viagem muito comprida e voltou com outra roupa.
Um pai pobre não tinha como cuidar das três filhas, até que sacos de ouro começaram a aparecer pela janela, no meio da noite. Esta é a história mais famosa de São Nicolau, o santo que inspirou o Papai Noel.
Sequestrado aos dezesseis anos e levado como escravo para a Irlanda, Patrício encontrou Deus na solidão das montanhas. Anos depois, voltou àquela mesma terra, não para se vingar, mas para levar o Evangelho.
Saulo de Tarso saiu de Jerusalém decidido a acabar com os cristãos. No meio da estrada de Damasco, uma luz mudou o rumo da sua vida.
Um pescador da Galileia ouviu um chamado à beira do mar e deixou as redes para seguir Jesus. Ele se tornaria o primeiro papa da história.
Um menino pobre caminhava descalço para a escola na Itália. Um dia, ele se tornou o papa que abriu as portas da Comunhão para as crianças.
Sebastião era soldado da guarda do imperador de Roma e guardava um segredo: era cristão. Em segredo, ajudava os presos e fortalecia a fé dos perseguidos, até o dia em que precisou escolher entre a vida e Cristo.
Os colegas riam do estudante grandalhão e calado que quase nunca abria a boca. O professor dele foi o único que percebeu o que havia ali dentro.
Quase todo dia do ano tem o nome de um santo. Mas existe um dia guardado para os outros: os santos que ninguém contou e que só Deus viu.
Francisco era um menino quieto que queria consolar Jesus. Jacinta, a caçula, oferecia tudo o que tinha pelos pecadores. Esta é a história dos dois irmãos pastores de Fátima, que viveram pouco tempo e amaram muito.
Dos três pastorinhos de Fátima, Lúcia foi a que ficou. Viveu noventa e sete anos guardando e espalhando a mensagem de Nossa Senhora: da menina pastora de Aljustrel à Irmã Lúcia, do Carmelo de Coimbra para o mundo inteiro.



































































